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Falando de Psicologia com Tecnologia

Como evitar o abandono do paciente ao tratamento psicoterápico

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Em tempos de crise é de suma importância o profissional estar atento à manutenção e assiduidade de seus clientes, já que esses são um dos fatores que garantem a eficácia do tratamento psicoterápico, cujo sucesso se dá pela continuidade e pela relação de confiança estabelecida entre o profissional e seu paciente durante o atendimento. Nesse sentido, é preciso ser flexível para evitar o abandono do tratamento pelo assistido. Assim, ao promover estratégia que garanta a sedimentação dos vínculos entre as partes interessadas, considerando o perfil clínico do paciente e a respectiva intervenção, pode ser esse um fator-chave para evitar a interrupção do tratamento, além de garantir bons resultados à saúde mental do indivíduo.

Identificando os riscos

Entretanto, os fatores que determinam o abandono do tratamento ainda são inconsistentes. Então, o caminho é identificar situações de risco como forma de prevenção. Nesse caso, a interrupção precoce do atendimento pelo paciente já é um indício de abandono. As causas variam entre fatores sociodemográficos, o perfil do assistido, as características dos serviços prestados e do próprio terapeuta, da técnica e do setting de trabalho;  não se esquecendo da qualidade da relação interpessoal e institucional. Contudo, é importante ter ciência da complexidade de cada situação e de ampliar a percepção do paciente sobre sua própria condição de saúde, de sua postura diante da terapia, dos cuidados e de seu atendimento às prescrições terapêuticas.

Assim, para que a ação terapêutica seja eficaz ela deve sustentar-se em quatro pilares. São eles: o acolhimento, a escuta, o suporte e o esclarecimento. A seguir, dez (10) dicas para evitar o abandono do paciente ao tratamento clínico psicoterápico:

  • Promover o acolhimento dos pacientes faltosos: entre em contato com seus familiares. Mantenha-os informados sobre o estado emocional do assistido, das condições clínicas do paciente e de suas reações ao tratamento terapêutico.
  • Fazer a escuta clínica: aliar a técnica da psicoterapia às reais necessidades dos pacientes. O tratamento oferecido deve ir de encontro aos desejos e expectativas do assistido e não ao que o terapeuta quer oferecer.
  • No processo de triagem, atentar-se às queixas manifestas, as outras implícitas e ao comportamento não verbal do paciente para realizar um encaminhamento preciso, pois a partir de uma melhor compreensão das expectativas do paciente os índices de abandono podem ser reduzidos.
  • Viabilizar uma aliança terapêutica: associar o atendimento psicoterapêutico a fármacos podem minimizar os efeitos colaterais da patologia, favorecendo assim, a permanência do paciente ao tratamento.
  • O fator satisfação: esse é o ponto decisivo à continuidade da psicoterapia associado à melhora do paciente. Mas, por outro lado, é preciso atenção! Nesse caso, é importante deixar claro que a alta do paciente ao tratamento está sujeita somente a avaliação do psicólogo.
  • Evitar problemas em relação ao tempo de espera, à experiência do terapeuta, ao número de sessões e as trocas de profissionais. Esses fatores podem abalar a aliança terapêutica que deve ser preservada e considerada como essencial no tratamento.
  • Estabelecer um acordo terapêutico, principalmente àqueles pacientes de “difícil acesso”. Mais que a técnica, a relação terapeuta-paciente é um fator determinante para a continuidade ou não de um tratamento. É imprescindível deixar claro ao paciente sobre a importância da manutenção do mesmo, pois os cuidados e seriedade com o tratamento implica a reversão de seu quadro psicomental.
  • Automatizar a comunicação: envie avisos de SMS, Telegram, Viber, Hangouts ou similares e confirme a consulta agendada. Você pode reduzir em até 30% as faltas de seus pacientes.
  • Seja gentil e acolhedor: lembre-se das datas comemorativas importantes como aniversário, e envie mensagens motivadoras.
  • Integrar os serviços prestados: diante de uma análise e diagnóstico, encaminhar o paciente para outras especialidades.

Conhecer sobre os diferentes preditores do abando psicoterápico é fundamental para o processo de tratamento e planejamento do atendimento clínico. Aproveite para aumentar sua eficiência e focar em seu atendimento aos pacientes, experimente gratuitamente o PsicoManager.

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5 Filmes que todo psicologo deveria assistir

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No cenário cinematográfico existem diversos gêneros e estilos de filmes, entretanto, especialmente para nós que temos um interesse maior pela psicologia existem vários filmes a disposição. Pensando nisso separamos 5 filmes que trazem esse tema em seu enredo, e que fazem valer o tempo para vê-los. Confira os 5 filmes e suas sinopses.

Gênio Indomável

Will (Matt Damon) é um jovem gênio, capaz de resolver problemas matemáticos complexos em minutos, mas que trabalha como zelador no instituto de matemática MIT. Arrogante e desconfiado, ele acaba encontrando alguém com quem pode se abrir no psicólogo Sean (Robin Williams). Durante suas sessões, ele começa a trabalhar em sua inteligência emocional, ao mesmo tempo em que ajuda o doutor a superar seus próprios problemas.

Uma Mente Brilhante

Personagens esquizofrênicos já renderam grandes histórias no cinema, e uma das mais famosas é a do matemático John Nash, interpretado por Russell Crowe. Nash era um homem brilhante e arrogante, até receber uma missão do governo envolvendo criptografia. Sua doença evolui e ele começa a confundir imaginação e realidade, alcançando níveis insuportáveis para sua família e amigos.

A Pele que Habito

Antonio Banderas vive um cirurgião plástico obcecado por um projeto misterioso envolvendo a criação de uma pele sintética e uma cobaia humana, que ele mantém aprisionada dentro de casa. Aos poucos, descobrimos o passado desse médico e vamos compreendendo seus objetivos e motivações.

Para Sempre Alice

Julianne Moore vive uma professora de linguística de 50 anos com uma carreira respeitável, marido e três filhos. Um dia, ela começa a esquecer pequenas coisas, como palavras e lugares. Diagnosticada com Alzheimer precoce, ela mergulha numa angústia profunda arrancando dela todo o orgulho e dignidade, junto com a consciência.

O Labirinto do Fauno

Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia, de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen. Lá as duas esperam seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes, jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta.

Fonte: Guia da Semana

 

9 dicas que todo psicólogo clínico deveria seguir ( Proteção de dados )

9 dicas que todo psicólogo clínico deveria seguir ( Proteção de dados )

Hoje em dia é muito comum entretermos filhos/crianças com nossos aparelhos eletrônicos. Não sabemos ou ignoramos o quão vulneráveis ficamos quando agimos dessa forma, pois nossos dados, acessos, contas, aplicativos ficam expostos a qualquer tipo de ataque cibernético, por isso fique atento com as 9 dicas que todo psicólogo clínico deveria seguir.

São com esses aparelhos que trabalhamos todos os dias e que necessitam de um ambiente seguro e íntegro. Quando os aparelhos são entregues as nossas doces crianças logo vem aquela perguntinha “-Mamãe/Papai, liga a internet para mim? -Posso baixar joguinho?” ou afirmação “-Mamãe/Papai, baixei um tanto de joguinho legal.” ou as vezes nem somos alertados/avisados!

Daí eu te pergunto: “-Você verifica quais jogos foram baixados? -Quais sites foram acessados? -Se mexeram em algum aplicativo? -Se possui um antivírus no seu aparelho? -Utiliza com frequência esse aparelho para trabalhar?”

Se a resposta para uma dessas perguntas for Não, é melhor se prevenir e conferir algumas dicas que você psicólogo clínico deveria seguir:

1- Procure sempre ter um bom antivírus instalado e atualizado em seus aparelhos. Faça rotinas de verificação periodicamente.

2- Nunca divulgue suas senhas ou que sejam fáceis de descobrir, como por exemplo: placa de carro, data de aniversário, sobrenome, apelido, etc. De preferência use senhas mais complicadas e diferentes para cada aplicação que usar.

3- Não abra e-mails desconhecidos/duvidosos ou que agucem sua curiosidade. Com certeza são falsos e maliciosos. Nem pense em baixar arquivos/anexos desses e-mails!

4- Tenha como hábito realizar o logoff/logout (sair) de todo e qualquer sistema.

5- Não compartilhe informações sigilosas ou comprometedoras.

6- Tome cuidado ao enviar seus aparelhos para manutenção e ter surpresas desagradáveis com funcionários/empresas antiprofissionais.

7- Não acesse sites de conteúdos duvidosos.

8- Utilize uma ferramenta online de gestão de dados que garanta itens básicos de segurança, como: protocolo seguro e dados criptografados.

9- Nunca utilize rede pública para acessar seus dados sigilosos. Busque redes wi-fi seguras, por exemplo: da sua casa, consultório, 3G/4G.

Todos essas informações são de suma importância não é mesmo? Aproveite e veja uma de nossas recentes postagens sobre segurança e fique ainda mais por dentro desse assunto!

Como manter a segurança de dados dos pacientes de sua clínica de psicologia?

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Ao se pensar em psicologia a primeira coisa que se vem a cabeça é o cuidado com a segurança de dados dos pacientes, e esse cuidado se torna ainda maior quando se estende aos dados e informações que lhe são confiadas. As informações precisam ser muito bem arquivadas.

Em teoria tudo se torna bem simples de ser compreendido e realizado, entretanto percebe-se que não é assim tão simples. Qual é a maneira correta e segura de armazenar esses dados? O CFP tem regulamentação para isso? Qual opção é melhor? Arquivos físicos, sistema local ou em nuvem?

Arquivos físicos e um sistema local fazem seu papel, mas um sistema em Nuvem traz mais benefícios e eficácia quando se trata de segurança e praticidade.

Arquivar documentos em papel e em enormes arquivos demanda uma grande organização e um tempo precioso para alimentar informações e arquivar essas informações, sem contar os custos e aos inúmeros riscos que suas informações estão expostas como acidentes com líquidos ,incêndios e roubos. Já em um sistema nas nuvens as informações ficam armazenadas em servidor com padrões rigorosos de segurança.

Quais medidas podem ser tomadas para ter a segurança de dados dos pacientes?

  • Foco:  A equipe responsável pelo desenvolvimento do sistema precisa ter como alicerce a segurança. Uma equipe capaz de seguir protocolos de segurança e preocupada com segurança é uma garantia de tranquilidade.
  • HTTPS, ou Certificado SSL: O certificado digital é uma forma de codificar os dados que são transmitidos entre você e seu servidor. Esse processo consiste em criptografar os dados de maneira que somente o usuário consiga utilizar o serviço ou o acesso ao seus dados.
  • Criptografia de dados: Essa técnica consiste em transformar a mensagem enviada ou o arquivo, em uma forma impossível de se compreender a outras pessoas que não sejam o destinatário da mensagem ou o proprietário do conteúdo. Com isso, apenas com a chave correta ( usuário e senha ) se pode ter acesso a essas informações.
  • Acompanhamento: O sistema deve conter um acompanhamento frequente das tentativas de acesso maliciosos. Um sistema que monitore tentativas frequentes invasões não permitira que os dados sejam violados.

Além disso existe formas de você mesmo se proteger e manter a salvo todos os seus dados fazendo uso de senhas fortes, evitar a utilização de redes publicas e ter o hábito de fazer backup de seus dados regularmente.

 

Aproveite veja nosso post sobre como se beneficiar de um sistema para psicólogos.

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3 Formas simples de desenvolver sua clínica de psicologia

Desenvolver clínica de psicologia - Psicomanager

Conteúdo se tornou essencial para desenvolver sua clínica de psicologia e se posicionar no ambiente Online! Por isso separamos para você 4 maneiras de desenvolver sua clínica de psicologia.

01 Ambiente Online

Esteja sempre engajado, tenha nas redes sociais, site e blog o seu suporte para desenvolver um relacionamento com seus pacientes. Procure manter uma relação de apoio, faça conteúdos que seus pacientes venham a precisar e se interessar. Faça-se presente, utilize as plataformas disponíveis como facebook e google e mantenha um investimento para alcançar mais pessoas.

02 Conteúdo é tudo!

Hoje se torna tão expressiva a necessidade de um conteúdo de qualidade, que já se denomina essa prática de  “marketing de conteúdo” . Essa estratégia não só garante credibilidade a sua clínica, como ajuda a desenvolver sua clínica de psicologia dando a possibilidade de qualificar seus futuros pacientes de acordo com seus interesses em seus conteúdos, através de uma espécie de funil.

03 Paciente hoje, paciente sempre.

Mantenha um bom relacionamento com seu paciente dentro e fora de sua clínica, gere uma experiência de qualidade mesmo depois da consulta. Para que esse empenho se torne real é necessário que a parte administrativa e financeira esteja em dia, e um sistema de gestão para psicólogos pode te auxiliar nessas tarefa.

Esse sistema irá te auxiliar em:

  • Agendar consultas
  • Controlar suas finanças
  • Lembrar seus pacientes de consultas por SMS
  • Manter uma Anamnese de qualidade
  • Facilidade de controle ( No caso de um sistema online)

O que ainda falta para implementar ou melhorar em sua clínica de psicologia?

Sistemas a favor da psicologia! Entenda como se beneficiar.

O uso de sistemas para psicólogos é de grande auxilio na área da psicologia. Criar padrões e organização para as clínicas proporciona agilidade e segurança ao seu trabalho.

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Os sistemas são responsáveis por garantir a eficiência nas sessões de psicologia e por garantir sossego na sua gestão financeira. Sendo fundamental o controle da Produtividade, Organização e Segurança em seu dia a dia.

As vantagens da implantação de um sistema em uma clínica vão desde melhoria  com o relacionamento com seu paciente a tornar mais confiável suas sessões e sua gestão financeira.

Segurança da informação dos sistemas

Ao armazenar dados em um computador ou qualquer outro dispositivo eletrônico deixamos as informações aptas a serem perdidas ou a falhas operacionais.

Dessa forma, um sistema para psicólogos com armazenamento em nuvem (cloud) facilita o acesso à informação e deixar seus dados ainda mais seguros, pois a maneira utilizada para proteger seus dados é a criptografia.

Agilidade e Produtividade

Com os processos automatizados em um único sistema sua rotina de:

  • Procurar fichas de clientes
  • Realizar agendamentos diários em uma planilha ou agenda
  • Verificar agenda ou relembrar dados passados de uma sessão  

Se torna bem mais ágil e produtivo, pois as informações encontram-se informatizadas e em um único local. Dessa forma, os processos ficam mais organizados e conseguem ter maior controle e confiabilidade de tudo o que acontece em sua clínica.

A tecnologia está avançando e incorporando a vida das pessoas seja ela na vida pessoal ou até na profissional. Se souberem aproveitá-la e usá-la de uma forma inteligente serão grandes os benefícios para o crescimento de sua clínica.postagem-3.1(-CALL-TO-ACTION-)

PSICÓLOGO: ULTRAPASSANDO BARREIRAS E FALANDO EM PÚBLICO

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Especialistas em marketing pessoal vêm orientando a nós, psicólogos, sobre importância de investirmos nas diversas formas de nos tornarmos visíveis. Além da auto divulgação tradicional, feita através da distribuição de cartões e criação de fanpages, nossa visibilidade aumentará consideravelmente através da apresentação de vídeos, e-books, palestras, etc.

Muitos de nós se sentirão muito mais à vontade escrevendo do que falando em público, até porque ainda não inventaram corretor ortográfico para palestrantes.

Daí a importância de nos prepararmos para que nossas apresentações ao público sejam o mais tranquila e segura possíveis.

Quando me propus a escrever sobre como ajudar o psicólogo a falar em público, inevitavelmente, recordei a mim mesma no início da minha caminhada como palestrante, há cerca de vinte anos atrás. Mãos frias e trêmulas, sensação de que alguém me apertava a garganta, coração disparado… Se fosse hoje, me autodiagnosticaria com síndrome do pânico!

Tudo isso ainda me acompanha, mas agora essas sensações, são pouco mais que perceptíveis e, como costumo dizer aos meus alunos de oratória, devem continuar existindo, pelo bem da qualidade do nosso trabalho.

Síndrome do pânico à parte, vamos aos pontos principais para que nossa palestra seja satisfatória a nós e a quem nos ouve:

Saiba mais: https://goo.gl/iZ96Zs

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